sábado, 8 de janeiro de 2011

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007, DETERMINA A OBRIGATORIEDADE DE OS AGENTES PÚBLICOS ELEITOS MATRICULAREM SEUS FILHOS E DEMAIS DEPENDENTES EM ESCOLAS PÚBLICAS ATÉ 2014.




Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas. Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque. Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. As conseqüências seriam as melhores possíveis. Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil. SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA. Ainda que você ache que não pode fazer nada a respeito, pelo menos passe adiante para que chegue até alguem que pode fazer algo.

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/10943.pdf

Aluno reprovado agride professor com socos em Pernambuco.



Recife - Um professor da rede pública foi agredido, na manhã de quinta-feira, por um aluno dentro de uma escola estadual no Recife (PE). Segundo a Polícia Civil, Henrique Virgínio de Souza, 29 anos, acusa o estudante Emaxwell Robson Coutinho dos Passos, 24 anos, de tê-lo agredido com tapas e socos após ser reprovado em uma disciplina.
Segundo o delegado Antônio Carlos, titular da Delegacia de Joana Bezerra, onde foi registrado o caso, o professor apresentava hematomas pelo corpo que indicavam as agressões sofridas. "Ele disse que estava de costas e recebeu dois tapas nas costas. Quando se virou, ele levou um soco no olho", afirmou o delegado.
O professor registrou queixa por lesão corporal e fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). O delegado afirmou que deve encaminhar o caso à Justiça na próxima segunda-feira. Caso seja condenado, Emaxwell pode pegar de três meses a um ano de prisão.


Fonte:O Dia online.